• VALE DO RIBEIRA, 22/04/2026
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    Quem é a fonoaudióloga da USP que atende pacientes no Vale do Ribeira e quer ampliar o acesso à saúde auditiva

    Especialista em audiologia, Heloísa Cantuaria atende pacientes em Registro (SP) e Iguape (SP) e destaca importância do diagnóstico precoce para evitar impactos na comunicação e na qualidade de vida


    Quem é a fonoaudióloga da USP que atende pacientes no Vale do Ribeira e quer ampliar o acesso à saúde auditiva Arquivo pessoal
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    A fonoaudióloga Heloísa Cantuaria, especialista em audiologia com formação pela Universidade de São Paulo (USP), atua no Vale do Ribeira com diagnóstico e tratamento de alterações auditivas. A profissional atende pacientes em Registro (SP) e Iguape (SP), onde realiza avaliações e acompanhamento clínico voltados à saúde auditiva.

    Formada em Fonoaudiologia e com especialização em Audiologia, Heloísa conta que a escolha da profissão começou ainda na infância, quando passou por atendimento fonoaudiológico para viabilizar o uso de aparelho ortodôntico.

    “Eu era apaixonada pela minha fonoaudióloga e cresci dizendo que seria fono. Fiz um único vestibular e passei. No último ano da faculdade, prestei prova para residência em saúde auditiva e foi a melhor decisão que tomei”, relata.

    Formação em centros de referência fortaleceu atuação clínica

    Antes de seguir para o mestrado e doutorado, Heloísa realizou residência no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (USP), conhecido como Centrinho de Bauru, referência nacional em saúde auditiva.

    A experiência prática, aliada à formação acadêmica em instituições como a Unesp de Marília e a USP de Bauru, contribuiu para uma atuação baseada em evidências científicas e atenção individualizada ao paciente.

    Segundo a especialista, a união entre ciência e prática clínica permitiu desenvolver um olhar mais aprofundado sobre o cuidado auditivo e sobre as necessidades específicas de cada pessoa atendida.

    Desafios da audiologia fora dos grandes centros

    Atuar na área de audiologia em regiões fora dos grandes centros urbanos ainda apresenta desafios. De acordo com Heloísa, a falta de acesso a serviços especializados pode dificultar o diagnóstico precoce de problemas auditivos.

    “Apesar de realizar o mesmo trabalho aqui como seria feito em grandes cidades, observo que aqui os diagnósticos muitas vezes são mais complexos, justamente porque muitas pessoas não tiveram acesso a avaliações auditivas anteriormente”, explica.

    Entre as queixas mais comuns relatadas pelos pacientes estão a perda auditiva relacionada ao envelhecimento e o zumbido, condição caracterizada por sons persistentes percebidos sem fonte externa.

    O zumbido, segundo a profissional, não deve ser considerado normal e precisa ser investigado por meio de exames como a audiometria, que avalia a capacidade auditiva e auxilia na definição do tratamento adequado.

    Diagnóstico precoce pode evitar impactos cognitivos e emocionais

    Especialistas apontam que a perda auditiva não tratada pode causar consequências que vão além da dificuldade para ouvir. O problema pode impactar a comunicação, a autonomia e até o convívio social.

    Segundo Heloísa, quanto mais cedo o diagnóstico é realizado, maiores são as chances de melhorar a qualidade de vida do paciente.

    “A dificuldade para entender o que as pessoas falam pode gerar isolamento social e insegurança. O uso de aparelhos auditivos não impede a progressão da perda auditiva, mas ajuda a estimular o cérebro e pode contribuir para evitar declínio cognitivo”, afirma.

    A profissional destaca que tontura, zumbido e dificuldade para compreender conversas não devem ser ignorados, pois possuem tratamento e acompanhamento especializado.

    Tecnologia torna aparelhos auditivos cada vez mais discretos

    O avanço da tecnologia tem contribuído para tornar os aparelhos auditivos mais confortáveis e quase imperceptíveis. Atualmente, muitos modelos contam com conectividade via bluetooth, permitindo que o dispositivo seja utilizado também para chamadas telefônicas, vídeos e áudios, funcionando de forma semelhante a fones de ouvido sem fio.

    Aplicativos específicos também permitem controlar volume e ajustes personalizados, oferecendo mais autonomia ao usuário.

    Segundo Heloísa, a evolução da tecnologia tem melhorado significativamente a percepção de fala e a naturalidade do som, proporcionando mais conforto durante o uso diário.

    Heloísa Cantuaria atende pacientes em Registro (SP) e Iguape (SP).

    Clínica Scut – Registro (SP): (13) 99111-4580

    Clínica Iguamed – Iguape (SP): (13) 99749-1353

    Instagram: @heloisacantuaria




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