• VALE DO RIBEIRA, 03/04/2026
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    Advogado se entrega à polícia após comprar imagens sexuais de criança em Iguape

    Homem de 27 anos é investigado por adquirir conteúdo envolvendo menina de seis anos; pai da vítima foi preso por produzir e vender as imagens em Pariquera-Açu (SP)


    Advogado se entrega à polícia após comprar imagens sexuais de criança em Iguape Arquivo pessoal
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    O advogado Leonardo Augusto Barduco, de 27 anos se entregou à polícia no último domingo (15/03/2026) após ter a prisão temporária decretada por suspeita de comprar imagens sexuais de uma menina de seis anos, em Pariquera-Açu (SP). Ele mora em Iguape (SP). As apurações são do g1. 

    De acordo com a investigação, o caso veio à tona após a prisão do pai da criança, na sexta-feira (13/03/2026), suspeito de produzir e vender fotos e vídeos da própria filha.

    Conversas indicam compra de material ilegal

    Segundo a Polícia Civil, o celular do pai da vítima foi apreendido durante cumprimento de mandado no bairro Rocio, em Iguape (SP). No aparelho, os investigadores encontraram conversas que indicam a venda de imagens da criança para o advogado.

    De acordo com o boletim de ocorrência, nas mensagens o homem teria demonstrado interesse explícito no conteúdo e manifestado intenção de manter relação sexual com a criança.

    As conversas fazem parte do inquérito e foram fundamentais para a identificação do suspeito.

    Suspeito se apresentou após saber do mandado

    Após a prisão do pai da vítima, a Polícia Militar chegou a ir até a casa do advogado, em Iguape, no sábado (14/03/2026), mas ele não foi encontrado. Segundo a investigação, ele teria fugido ao perceber a presença das equipes.

    No dia seguinte, ao saber que havia um mandado de prisão em aberto, o homem se apresentou à polícia.

    Crimes investigados

    O caso foi registrado como exploração sexual de vulnerável, produção e compartilhamento de material envolvendo criança e favorecimento da prostituição.

    A Polícia Civil segue com as investigações para apurar a participação de outros possíveis envolvidos.

    O outro lado

    O Portal do Vale do Ribeira não localizou a defesa dos acusados. O espaço segue aberto.




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